Aquele, que não sabe dar tchau.
Enrique - 29/01/2010 - 15:05Antes de ler o post, dá um play nessa música
Eu juro que não sei como começar a escrever esse post de despedida.
Na real mesmo, eu sou péssimo em despedidas e sempre que posso eu retardo ao máximo. Aliás, é uma das coisas que eu sempre tento deixar pra depois: falar um tchau e dar um fora.
Mas vamos lá, é a hora.
A experiência de escrever aqui no Eles3 com a Dafne e o Guima foi singular e eu aproveitei ao máximo. É o que eu sempre disse quando me perguntavam o que eu achava de escrever aqui: “Somos pessoas diferentes, que temos cotidianos diferentes, mas que pelo menos uma hora do dia nos encontramos [aqui] para contar da vida e trocar experiências”. Acho válido esse tipo de troca, eu diria até escambo [pode soar pejorativo, mas acredite: não é].
O mais legal de tudo é que na real mesmo nós não éramos Eles3. E fica aqui meu protesto: junto com você [leitor] nós formamos um quarteto, o famoso Eles4. E já que formamos o Eles4, em nome dos outros 2 eu agradeço infinitamente você que ficou lendo, comentando e acompanhando a nossa vida. Ok, essa última frase pareceu mais uma equação de báskara, mas é válido. Hahaha
Vocês perceberam o como eu sou péssimo pra despedidas? Tô a umas 10 linhas já enrolando, enrolando…
Acho que em 270 encontros diários deu pra você conhecer um pouco mais do Enrique, aquele que não tem agá no nome. Espero que tenha ficado uma boa impressão e que possamos nos encontrar virtualmente em algum lugar 2.0 ou até mesmo pessoalmente. É sempre um prazer marcar um café ou uma tarde de generalidades qualquer.
Acredito que você, assim como eu, tenha se divertido ao máximo aqui.
Eu tenho o costume de sempre dizer uma frase, e naquele clima MarÃlia Gabriela entrevista, eu vou falar a minha frase: “Não consigo entender o porquê das pessoas construÃrem muralhas, ao invés de pontes”. E acho que aqui, conseguimos construir pontes. Pelo menos eu consegui várias
Obrigado e até uma próxima. E como diz o tÃtulo da música que deve estar tocando agora, That’s All. (ou pelo menos eu acho!)







