Fico com a impressão que a culinária asiática tá mais popular nos últimos tempos. Mesmo assim, é aquele tipo de coisa que ou você ama ou odeia, pelo que eu tenho sondado com as pessoas.

Eu, felizmente, estou no grupo das que amam. Não passo quinze dias sem o salmãozinho cru, os temakis, aqueles sushis inventivos que os chefs criam dependendo do restaurante que a gente vai.

No mês passado, tive que ficar sem comer japa por causa do preço. Num bom restaurante, o preço do jantar não sai por menos de 30,00, e eu andava meio dura. Mas uma grana extra entrou e eu sugeri a uma amiga que fôssemos ao japonês comemorar justamente a possibilidade de poder ir no japonês de novo. Criativa, não?

Só tem um problema, e isso vai soar muito pobre, mas eu sou sincera então vai lá – se você vai colocar 40 paus num jantar, então faça-o valer a pena. Não coma antes de ir. Não tô falando pra fazer jejum de 5 dias, que aí é muito infeliz. Basta, digamos, não jantar. Estar com fome. Senão não vale a pena.

Comi minha tradicional mexerica das 18h30 e fui jantar no japonês aqui de Santo André, o Niwa, umas 21h30. Eu e minha amiga DEVORAMOS tudo em 20 minutos. E não estou exagerando. Não me pergunte como consegui tirar a foto antes de a comida acabar – repare que o salmão grelhado na esquerda já estava até um pouco dilacerado.

Pra você que acha que comida japonesa é nojento (sei que tem gente que acha), na boa, antes de qualquer coisa, prove. É uma delícia, eu comeria todos os dias. Mas pra ficar melhor, esteja com bastante fome. Daí não tem erro. Nem no paladar, nem no bolso.

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